domingo, 14 de setembro de 2008

Mosca Zezé - 003


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Charge do dia: candidato sem proposta


Vocês já notaram como tem gente pedindo voto que nem o artista aí de cima?
Eles dizem: "eu sou a irmã fulana", "sou fulana do órgão tal", "você me conhece" e não apresentam um farelinho sequer de proposta!
Nós somos eleitores e não adivinhos.
E aqui cabe mais uma reflexãozinha sobre o papel do vereador. Eles são essencialmente legisladores. Devem buscar, através de sua atuação legislativa, aprovar leis que melhorem a vida da população e, como representantes do povo, devem lutar pelos anseios dos cidadãos no âmbito da saúde, meio ambiente, trasportes, educação, etc.
Eles também são fiscais do Poder Executivo ( e do próprio Legislativo). Eles precisam dialogar com o governo municipal com uma postura que ultrapasse interesses partidários no trato das questões que dizem respeito à qualidade de vida dos cidadãos que os elegeram.
Não é papel do vereador transportar doentes em suas ambulâncias particulares (e bem identificadas, por sinal!), dar aulas, realizar campeonatos esportivos, promover festas, etc.
Muitos candidatos apresentam realizações como essas para justificar nosso voto.
Acho que nossa inteligência merece um pouquinho mais de respeito.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

A mosca Zezé



Um dia escrevi um pequeno conto sobre um menino que resolveu criar um bicho bem diferente (e comum ao mesmo tempo): uma mosca! O menino não entendia porque todo mundo detestava as moscas (vai dizer que você não?). Depois resolvi transformá-la num personagem de quadrinhos. Surgia a Mosca Zezé, símbolo da exclusão e da discriminação. Publiquei as tiras durante mais de um ano no Diário de Natal. Postarei algumas aqui.

Charge do dia:Perna de pau

domingo, 7 de setembro de 2008

Google verde e amarelo


Como costumeiramente faz, desta vez o Google adaptou sua logomarca ao contexto da data da independência do Brasil.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Algemática



Ô justiça bandeirosa! Embora a mudança na legislação, aparentemente, tenha sido motivada por uma condenação em que um réu estava algemado durante o julgamento, é muito estranho isso tudo acontecer agora, após a prisão de meliantes de alta estirpe. Toda a vida se algemou presos e se julgou com o uso das algemas. Nunca nenhum juiz reclamou a inconstitucionalidade do ato. De repente as cadeias foram visitadas (visita rápida, só uma passadinha...) por membros da classe alta. Como diz Lula, "nunca na história desse país" se prendeu tanto peixe graúdo - embora soltos por ágeis habeas corpus. Aí membros do STF se lembraram da inconstitucionalidade do uso abusivo das algemas (nos ricos, pelo menos). Infelizmente, é difícil imaginar que algum preso pobre possa se aproveitar do vácuo dos bandidos ricos. O mais certo é que vão continuar sendo algemados incondicionalmente pois o requisito para a aplicação da lei é totalmente subjetivo: se houver ameaça ou suspeita de fuga, risco, etc....

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