quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Charge do dia: Greve na saúde.

Você não entendeu a charge? Pois é... eu defendo a idéia de que uma boa charge é aquela que leva o leitor a fazer correlações com o noticiário, com símbolos e referências diversas e também com o seu conhecimento de mundo.
Mas aqui vai uma ajudinha:

O símbolo da medicina


A lenda, sobre Asklépios ou Esculápio, data de cerca de 700 anos AC, foi relatada por Hesíodo.

Esculápio, nome latino de Asklépios em grego, era filho de Apolo e Côronis. Nasceu em Epidauro no Peloponeso, de onde seu culto se disseminou. Conta a mitologia que Diana, irmã e uma das esposas de Apolo, numa crise de ciúmes matou a mortal Côronis, grávida de Apolo. Estando Côronis já na pira funerária, Apolo arrancou-lhe do ventre o filho Esculápio, entregando-o ao centauro Quiron para ensinar-lhe a arte de curar. O menino aprendeu depressa e logo ultrapassou o mestre. Tornou-se tão hábil na arte de curar que podia ressuscitar os mortos. Plutão, temeroso de que com esse dom, pudesse Esculápio diminuir as almas que chegavam ao seu reino, queixou-se a Júpiter que, como castigo, o eliminou com um raio. Em outra versão, Esculápio foi morto pelas flechas de seu próprio pai, tendo as flechas de Apolo tornado-se o símbolo da morte súbita na medicina grega 4-6,9. Numa de suas visitas a pacientes em seu templo, uma serpente enrolou-se em seu cajado. Apesar do esforço para retirá-la, a serpente tornava a enrolar-se no cajado onde permaneceu 4. Esculápio tornou-se o deus da medicina e seu cajado com uma serpente enrolada, o símbolo da atividade médica.

Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0066-782X2002001300014&script=sci_arttext

Link: all my faves

Tá zanzando pela net e de repente ficou "areado" sem saber pra onde ir? Clique na figura acima e o site All My Faves lhe dará algumas dicas.

Charge do dia: 100 teto

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Charge do dia: Tetão.


Cumprindo determinação legal, a Câmara de Vereadores apresenta os reajustes para a próxima legislatura e fixa um teto para os subsídios do prefeito, vereadores e procuradores com mais de 100% de aumento. O projeto gerou um bafafá entre os pares que já enfrentam o desgaste da classe política municipal com a repercussão da Operação Impacto, que apura denúncias de pagamento de propina na votação do Plano Diretor. O projeto deve sofrer modificações que dificilmente modificarão a má impressão inicial: será o teto o marido da teta?

sábado, 25 de outubro de 2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Charge do dia: Augusto Viveiros e seus planos


Parece que não são só as bolsas que estão caindo em decorrência da crise econômica mundial. As pastas também correm sérios riscos. Augusto Viveiros que o diga.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Charge do dia: Violência na TV


Há um limite entre o suprimento necessário da informação dos noticiários e a exploração extrema dos casos de violência na mídia, principalmente na televisiva. Mas esse limite carece de bom senso para ser percebido, tanto por parte dos telespectadores quanto dos produtores dos telejornais. Todos ignoram esse limite. Não basta a cobertura do fato em si; existem os desdobramentos, os dramas decorrentes, as palavras dos especialistas, as questões políticas e eleitoriais, tudo isso se converte em pautas nas redações de programas e telejornais que rendem pontos valiosos na audência. Na lógica das emissoras, é preciso exaurir ao máximo os subprodutos do fato jornalístico, custe o que custar. E já que os telespectadores se calam... que se dane a ética. E o ciclo vicioso continua: a tevê mostra o que o povo gosta de ver ou o povo aprende a gostar de ver o que a tevê mostra.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Charge do dia: Mentira agora é crime.


Estas parecem ser as únicas opções para os depoentes, já que falar a verdade parece estar fora de cogitação.

Imagens engraçadas: As frutas de Bira.

O Bira é um colega do Diário de Natal que tem o costume de contar umas histórias que se não são mentirosas, "tiram fino". É goiaba de 15 Kg, Melancia de 80 Kg, Caju de 18 Kg... e por aí vai.
Eu jurava que o colega faltava com a verdade, afirmava imprecisões, dizia inverdades (tudo para não dizer que o cabra é mentiroso), até que um dia ele trouxe um limão para a redação. Registrei o fato com as fotos abaixo e publicamente peço perdão pelos meus maus pensamentos sobre o Bira.
Aí estão as fotos (sem truques do Photoshop):



sábado, 11 de outubro de 2008

Charge do dia: Carrinho


:: É dia da criança e coisa e tal, mas o trabalho infantil ainda é realidade para 1,4 milhão de menores de 14 anos. Leia mais sobre o assunto clicando aqui.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Charge do dia: ABC X América


E assim caminha a torcida. Infelizmente, a intolerância ainda impera entre as torcidas do Brasil. A ponto de ser necessária uma reunião envolvendo autoridades e órgãos públicos para tratar da civilidade entre os torcedores. Pelo amor de Deus! A nossa sociedade já enfrenta muitos problemas na área de (in)segurança. Deveríamos poupar o tempo precioso desses agentes públicos que deve ser aproveitado em problemas mais emergentes do que o da rivalidade das torcidas. Que os times vistam urgentemente a camisa da paz para incentivar as suas torcidas a vivenciar a tolerância e o respeito mútuo.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Charge do dia: erros e acertos


Se a derrota de Fátima for atribuída à conjugação de suas alianças e tiver relação com as críticas feitas por ela no passado, então sua candidatura já nasceu morta. Já que seus aliados são fortes, isso significa que a derrota da candidata ocorreu em virtude de sua extrema fraqueza?
E será que Fátima é tão fraca assim? Comparando a sua carreira política com a de Micarla, quem tem mais envolvimento com lutas sociais? Quem tem mais experiência em campanhas eleitorais? Quem tem uma trajetória política mais coesa (Micarla já foi do partido do Maluf)? Ou esse resultado só encontra uma explicação na liberdade que o eleitorado tem de fazer suas escolhas com base em razões muito subjetivas?
Talvez essa subjetividade explique o fato de Fátima ter experimentado uma humilhante derrota para o exótico Miguel Mossoró na eleição anterior.
Tudo isso é coisa para o PT analisar com cuidado e planejar seu futuro. Mas, sem esquecer o seu passado.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Charge do dia: cabo eleitoral


Antes de tudo: não tenho absolutamente nada contra o vereador eleito Paulo Wagner. Muito menos contra os seus eleitores. Nem contra a televisão como importante meio de comunicação. Mas lamento que o nosso processo eleitoral viabilize algumas esquisitices no que diz respeito à escolha de nossos representantes. Não me lembro de nenhuma proposta apresentada por Paulo Wagner (e tantos outros nesse circo que se chama Horário Eleitoral). Só me lembro dele pedir: "me ajuuude!". E por que Paulo Wagner foi eleito? Porque aparece na tv e é uma cara engraçado. Isso me lembra meu período de ginásio (é... eu sou desse tempo). Era época de eleição de líder de classe. Eu já tinha decidido em quem votar. Olavo era meu candidato. Um cara muito engraçado que imitava todo mundo e levava a classe a gargalhada com facilidade. Quando a professora teceu alguns comentários sobre a importância da função do líder de classe eu já tinha escrito o nome dele num papelzinho e já ia colocar na urna. As palavras dela sacudiram minha mente. Rasguei meu voto e escolhi alguém que julgava mais apropriado para a função. O Olavo continou meu amigo e eu morrendo de rir de suas brincadeiras. Amigos, amigos, palhaçadas a parte. Não votei no Paulo Wagner porque, sinceramente, pensei em ajudá-lo, mantendo-o longe da função de vereador. Agora, espero que ele me surpreenda como parlamentar. E o resto da trupe? Dagô limitou-se a rebolar e findou dançando. Super Moura, intoxicado com Kriptonita, morgou. E a candidata ninja? Faltou o povo votar "de coração". Cornelson mais uma vez foi traído... Eu sei que é difícil para um candidato se expressar em poucos minutos; assim, eles findam dizendo "umas besteirinhas" e dá nisso. O pior é que esse horário eleitoral pode ser gratuíto para os candidatos, mas o custo de todo o processo eleitoral - é bom lembrar - sai do nosso bolso. E se elegermos os representantes errados, a palhaçada será grande lá na Câmara. E o rombo no nosso bolso, maior ainda.

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